2026-07-02
Rui Cruz, presidente da Câmara de Vagos, adianta que a recuperação do edifício “não é economicamente viável”. Foto: Google Street View
A Casa dos Magistrados, junto à Junta de Freguesia de Vagos, e o seu estado atual voltou a ser tema em Assembleia Municipal, em Vagos, esta terça-feira.
A questão foi levantada pelos socialistas que querem saber “o que está a pensar ser feito? Se vai ser resolvido o problema ou se vai continuar a ter o monte de matagal que lá está”.
Apesar de, em Assembleia Municipal, em junho de 2025, o Executivo, liderado por João Paulo Sousa, ter adiantado que a Casa dos Magistrados estava em processo de transferência de património para o Município, no âmbito da transferência de competências do Estado, Rui Cruz antevê não se tratar de uma “delegação de competências, mas de uma negociação de património”.
“Parece-me que a recuperação da casa não é economicamente viável e por isso eu vou propor a demolição da casa e a câmara Municipal ficará a propriedade plena do terreno que hoje é onerada pela Casa dos Magistrados”, esclareceu.