Assembleia Municipal de Vagos aprova prestação de contas de 2021

2022-04-29

Documento mereceu votos contra dos membros dos grupos municipais do PS, CDS e CHEGA.

Assembleia Municipal de Vagos aprova prestação de contas de 2021

A Assembleia Municipal de Vagos aprovou a prestação de contas referente ao ano de 2021.

O presidente do Executivo Municipal, Silvério Regalado, considera que o exercício de 2021 “nos deixa particularmente satisfeitos”.

“Ao nível da execução em termos brutos nós atingimos o valor máximo de sempre na Câmara Municipal”, de quase 20 milhões de euros.

Relativamente a impostos (IMI, IUC, Derrama e o IMT), o Imposto Municipal sobre Transações (IMT) foi “o que mais subiu durante o ano de 2021”, tendo o Município passado de uma receita de cerca de 677 milhões de euros em 2020 para uma receita de 1 075 000 euros em 2021.

“Nós executámos valores record ao nível da receita, da execução de obra no terreno e ainda assim conseguimos reduzir a nossa dívida em cerca de 2,1 milhões de euros”, afirmou.

Documento mereceu votos contra do PS, CDS e do CHEGA

Apesar de aprovado, o documento contou com o voto contra dos membros dos grupos municipais do PS, do CDS e do CHEGA.

No final da votação, o líder do grupo municipal do CDS-PP, Óscar Lopes, entregou uma declaração de voto, na qual adianta que o “concelho é o que mais gasta, em comparação com as contas apresentadas pelos Municípios vizinhos e em arredores, como Oliveira do Bairro, Aveiro, Ílhavo e até Mira, pertencente ao distrito vizinho”. Na mesma declaração, o grupo parlamentar centrista adianta que o seu “sentido de voto só pode ser contra dado que as escolhas e opções políticas feitas espelham precisamente o contrário daquilo que nós defendemos”.

O membro do CHEGA, Sidónio Sansana, adianta não saber “se este é já o 12º ou 13º ano consecutivo com resultados líquidos negativos, ao fim deste período todo os resultados transitados já vão em 37 milhões de euros negativos, o património líquido já desceu de 92 milhões iniciais para 65 milhões”. 

Já o membro do PS, Miguel Tarenta, aponta a origem das “contas fantásticas” apresentadas na prestação de contas como sendo graças ao aumento de receitas dos impostos e à transferência do Estado. 

 

 

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